<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5691094323388824027</id><updated>2012-02-17T01:01:27.378Z</updated><title type='text'>LARGO DO CORREIO</title><subtitle type='html'>O "Largo" é um projecto de reconstrução de memórias de uma época, de um espaço, de uma terra, de amigos...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://largodocorreio.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5691094323388824027/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://largodocorreio.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>carlos x</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11710562408904748715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_A73jUSeCJ3w/SFziG7P6ieI/AAAAAAAAAAk/XeRszZHiG6k/S220/1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5691094323388824027.post-451453456595863790</id><published>2008-05-01T20:26:00.005+01:00</published><updated>2008-06-28T13:22:11.076+01:00</updated><title type='text'>A PRIMEIRA ESCOLA I</title><content type='html'>Num dia aguardado à algum tempo com ansiedade, a minha mãe pegou-me pela mão e ensinou-me o caminho para a escola. Com algum &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;sacrifício&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, os meus pais optaram por me matricular numa escola particular da terra. Fui o primeiro a chegar e de imediato apresentado àquela que seria a minha professora primária durante quatro anos. Chamava-se D. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Bia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e marcou de forma firme e segura o meu futuro.&lt;br /&gt;Era uma escola diferente, onde na mesma sala de aulas estavam alunos da 1.ª até à 4.ª classe, o que nos permitia ir aprendendo matérias de anos futuros com a mesma facilidade com que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;aprendíamos&lt;/span&gt; as nossas.&lt;br /&gt;A seguir a mim chegou o João Luís, aluno já da 3.ª classe mas que de imediato se sentou junto a mim e ajudou a fazer o primeiro &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;exercício&lt;/span&gt; da minha vida académica: encher a primeira folha do caderno com a letra "a". Era mesmo assim, não havia aulas de apresentação ou de adaptação, era chegar e começar de imediato a aprender o principio da escrita.&lt;br /&gt;Quando chegou a hora do almoço já fui &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;sozinho&lt;/span&gt; para casa e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;sozinho&lt;/span&gt; regressei à escola nessa tarde. E assim foi até terminar a 4ª classe.&lt;br /&gt;Eram outros tempos, mas não me lembro de ver os pais ou os avós irem buscar os &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;miúdos&lt;/span&gt; à &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;saída&lt;/span&gt; escola, nem com chuva, nem com sol. A partir do primeiro dia de aulas ganhávamos uma certa independência como se &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;tivéssemos&lt;/span&gt; subido um patamar na escala da vida. Estávamos a caminhar para homenzinhos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5691094323388824027-451453456595863790?l=largodocorreio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://largodocorreio.blogspot.com/feeds/451453456595863790/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5691094323388824027&amp;postID=451453456595863790' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5691094323388824027/posts/default/451453456595863790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5691094323388824027/posts/default/451453456595863790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://largodocorreio.blogspot.com/2008/05/primeira-escola-i.html' title='A PRIMEIRA ESCOLA I'/><author><name>carlos x</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11710562408904748715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_A73jUSeCJ3w/SFziG7P6ieI/AAAAAAAAAAk/XeRszZHiG6k/S220/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5691094323388824027.post-1028371541815485238</id><published>2008-04-14T23:31:00.003+01:00</published><updated>2008-04-15T00:36:11.750+01:00</updated><title type='text'>O PRINCIPIO</title><content type='html'>No principio éramos dois, eu e o Zé Manel, heróis solitários das nossas brincadeiras, no universo limitado da nossa travessa. &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Éramos&lt;/span&gt; inseparáveis, como irmãos, sempre na vista um do outro, sempre na casa um do outro. &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Éramos&lt;/span&gt; os dois da mesma idade, filhos únicos, e únicos miúdos da travessa que era "dos lagares" e a única da vila que tinha uma passagem superior, em arco, que ligava o primeiro andar do meu prédio ao quintal anexo. Tenho a sensação que era um mundo diferente, pois na altura duas crianças da mais tenra idade tinham a liberdade de viver o exterior como uma extensão das casas. A travessa fazia parte das nossas casas como uma continuação dos nossos quintais. As portas estavam sempre abertas e nós aproveitávamos essa liberdade entrando casas adentro como novos territórios conquistados.&lt;br /&gt;Não sei se haveria na terra companheiros tão completos como nós. Quando acordávamos a primeira coisa que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;fazíamos&lt;/span&gt; era ir ter um a casa do outro. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Separávamo&lt;/span&gt;-nos para almoçar e de seguida lá &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;corríamos&lt;/span&gt; outra vez para mais brincadeiras e aventuras. O lanche já era na maioria das vezes partilhado na casa de um, e era novas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;brincadeiras&lt;/span&gt; até ao jantar.&lt;br /&gt;Fomos dois durante algum tempo, pouco anos, porque entretanto surgiu uma nova companheira de brincadeiras naquele mundo tão limitado. Chamava-se Maria &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Emília&lt;/span&gt; e tinha ido viver com os avós porque os pais foram procurar outras fortunas nas terras para lá dos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Pirenéus&lt;/span&gt;. Foi uma companheira para novas brincadeiras, um desafio para quem estava habituado à monotonia de aventuras já vividas e repetidas. Foi uma pequena revolução no nosso limitado mundo. A Maria &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Emília&lt;/span&gt; era uma criança diferente de nós, mais enérgica e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;destemida&lt;/span&gt;, sem conseguir muitas vezes cumprir o curso normal das brincadeiras, inventando sempre novos desafios e reinventado opções por vezes absurdas e loucas. As vizinhas da travessa diziam que ela tinha "bichos carpinteiros" no rabo e que não conseguia estar um segundo quieta. Era de certa forma verdade, pois conseguia desgastar-nos no seu &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;delírio&lt;/span&gt; de movimentos e corridas e histórias e tudo o mais que se lembrava.&lt;br /&gt;Fomos assim três durante algum tempo, mas o nosso mundo estava-se ainda a formar, e a Maria &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Emília&lt;/span&gt; partiu. Foi ter com os pais, já estabelecidos nas novas terras. Voltei a vê-la por meia dúzia de vezes nos anos seguintes, e depois desapareceu completamente.&lt;br /&gt;O Zé continuou a ser o meu melhor amigo ainda durante muitos anos, até que na nossa juventude as opções nos levaram a alguma distância. Continuo a considerá-lo o grande amigo que ficou algures no meu passado, e ainda hoje, quando nos encontramos, não deixo de sentir nostalgia pelo mundo que representávamos e que algures deixámos perder.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5691094323388824027-1028371541815485238?l=largodocorreio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://largodocorreio.blogspot.com/feeds/1028371541815485238/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5691094323388824027&amp;postID=1028371541815485238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5691094323388824027/posts/default/1028371541815485238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5691094323388824027/posts/default/1028371541815485238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://largodocorreio.blogspot.com/2008/04/o-principio.html' title='O PRINCIPIO'/><author><name>carlos x</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11710562408904748715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_A73jUSeCJ3w/SFziG7P6ieI/AAAAAAAAAAk/XeRszZHiG6k/S220/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5691094323388824027.post-745359746187107497</id><published>2008-03-31T20:08:00.002+01:00</published><updated>2008-03-31T21:13:24.811+01:00</updated><title type='text'>LEMBRO-ME</title><content type='html'>A mais antiga memória que tenho da minha infância é na cozinha da minha casa, sentado ao colo da minha mãe e junto da minha avó. Não sei precisar a data aproximada desta memória, mas sei que é muito longe na minha infância. As outras recordações que vou conseguindo visualizar são todas dispersas e confusas no espaço de tempo que foi a infância até aos meus 4 ou 5 anos. No entanto consigo lembrar-me de muitas coisas, e quando esforço mais um pouco, consigo retirar dos arquivos algumas que surpreendem até a mim próprio pelos pormenores que trazem, pelos momentos de ternura que ressurgem a cada uma delas, pelo relembrar daquilo que é impossível reviver.&lt;br /&gt;Como os meus pais eram ambos trabalhadores, fui criado durante toda a minha infância por uma ama muito especial, a minha avó. Nunca conheci os meus avôs, uma vez que ambos faleceram antes do meu nascimento. Tinha no entanto vivas as minhas duas avós. Da minha avó materna tenho poucas e fracas recordações, não me lembro sequer de ter recebido qualquer prova de carinho ou afecto da sua pessoa. Só conheci assim uma avó no sentido afectuoso do termo, a minha avó paterna. Era para mim o centro do meu universo ainda limitado. Era ela a quem recorria nos momentos de aflição, que me satisfazia todas as vontades e caprichos, que me deixou a pouco e pouco ir conhecendo o mundo à minha volta, que me deixou ir crescendo devagar à espera todos os dias da chegada dos meus pais no final da tarde.&lt;br /&gt;Lembro-me de ir com ela às compras certo dia porque fiz uma birra que queria comer pão com manteiga corada, e apesar de todos os seus esforços para me explicar que a dita manteiga era resultado da fritura da carne com pimentão, eu, irredutível, não me convenci, e ela viu-se na obrigação de ir à pressa conseguir os ingredientes para que eu ao lanche lá comesse o pão com a manteiga corada.&lt;br /&gt;Lembro-me de me sentar à janela do quarto dos meus pais com as pernas penduradas para a rua e a minha avó a segurar-me para não cair. Foi assim que vi passar os meus primeiros carros na Rua Direita, foi assim que vi o "Tonica" chegar da tropa, ainda fardado, tinha sido dispensado por ser aleijado dos pés e não conseguir acompanhar os colegas durante as marchas.&lt;br /&gt;Lembro-me da minha avó cair nas escadas que davam para o quintal e fracturar o osso da bacia, foi uma tragédia para a altura, e penso que foi a primeira vez que me separei dela. Lembro-me de a ir visitar ao Sanatório do Outão, onde esteve internada.&lt;br /&gt;Voltou para a minha infância e eu tinha novamente avó, até que um dia em que estava a brincar na rua me chamaram com uma noticia alarmante "a tua avó está doente". Sentira-se mal na viagem de regresso de Almada onde tinha ido visitar os meus tios, e encontrei-a deitada na minha cama já acompanhada pelo médico. Morreu ainda nessa noite e foi sepultada num Domingo de Feira de Maio. Eu perdi a minha avó e perdi uma parte do meu mundo.&lt;br /&gt;Da minha avó tenho a memória da pessoa, mas não do nome. Penso que se chamava Joaquina, mas não tenho a certeza. Certeza tenho que era a minha "AVÓ", e esse nome chegava.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5691094323388824027-745359746187107497?l=largodocorreio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://largodocorreio.blogspot.com/feeds/745359746187107497/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5691094323388824027&amp;postID=745359746187107497' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5691094323388824027/posts/default/745359746187107497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5691094323388824027/posts/default/745359746187107497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://largodocorreio.blogspot.com/2008/03/lembro-me.html' title='LEMBRO-ME'/><author><name>carlos x</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11710562408904748715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_A73jUSeCJ3w/SFziG7P6ieI/AAAAAAAAAAk/XeRszZHiG6k/S220/1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5691094323388824027.post-1524175032421349063</id><published>2008-03-15T15:56:00.001Z</published><updated>2008-03-15T16:19:33.084Z</updated><title type='text'>LARGO DE MEMÓRIAS</title><content type='html'>Já lá vão muitos anos, mais de três décadas passadas, que no fundo das minhas memórias ficou o Largo do Correio. É hoje um espaço de ilusão, de quase magia, que me faz recuar a uma época de aventuras e brincadeiras, de amigos a sério, amigos irmãos, primeiros amigos que foram ficando semeados no tempo, e que de tempos a tempos voltam das recordações, voltam da névoa que se foi formando com os anos.&lt;br /&gt;O Largo do Correio é também um espaço muito real, que já com outro nome "da Liberdade", está ali, no cimo da Rua Verde, encostado ao berço de S. João de Deus, na velhinha vila e agora nova cidade de Montemor-o-Novo.&lt;br /&gt;Chamava-se assim "do Correio" por em tempos ter ali existido o Posto dos Correios, assim como quase todas as repartições públicas da vila de então. Mas esse já não é o meu tempo. No meu tempo o Largo do Correio era insólito campo de futebol empedrado com um bebedouro de pedra a assinalar o meio do campo, era um quartel general para todas as brincadeiras, era um ponto de encontro e de partida para todas as aventuras, era o mundo com que muitos continuamos a sonhar.&lt;br /&gt;Hoje, já entrados num novo século, num novo milénio, é um largo diferente, vazio das brincadeiras e dos jogos de outrora, vazio de crianças, quase vazio de vida.&lt;br /&gt;Hoje é simplesmente um largo de memórias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5691094323388824027-1524175032421349063?l=largodocorreio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://largodocorreio.blogspot.com/feeds/1524175032421349063/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5691094323388824027&amp;postID=1524175032421349063' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5691094323388824027/posts/default/1524175032421349063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5691094323388824027/posts/default/1524175032421349063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://largodocorreio.blogspot.com/2008/03/largo-de-memrias.html' title='LARGO DE MEMÓRIAS'/><author><name>carlos x</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11710562408904748715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_A73jUSeCJ3w/SFziG7P6ieI/AAAAAAAAAAk/XeRszZHiG6k/S220/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
